O tempo escorre pelas mãos: o retorno de saturno

O tempo escorre pelas mãos.

É como se eu me sentisse velho, feio, cansado, querendo entregar os pontos, reclamar até o último suspiro sobre as coisas da vida. Eu sei, não tenho mais o brilho dos 20 e poucos anos. Já estou nos 20 e tantos anos. Tudo pesa: as escolhas, a pele, a vida que deixei pra trás, as promessas… Esse é o retorno de saturno.

Agora é um divisor. Pra saber se você descobriu o que se tornou. É olhar para o espelho e não ter mais como fugir, sem meios adjetivos ou meias verdades.

Esse é o primeiro dia do resto da minha vida.

 

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