Os fragmentos. Do que levar do Morro Redondo, Ipoema, Itabira, Minas.

Já está no final.
Já está no final.
Do ato de agradecer.
Do ato de agradecer.
De saber.
De saber.
Do saber.
Do saber.
Para o céu.
Para o céu.
Estado de paz.
Estado de paz.
Ao anoitecer.
Ao anoitecer.
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Fragmentos do Morro Redondo – Ipoema/MG

Talvez é disso que precisamos. Pós-graduação em fins de semanas com pessoas do interior de Minas. Os professores da vida.
Talvez é disso que precisamos. Pós-graduação em fins de semanas com pessoas do interior de Minas. Os professores da vida.
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Do ar puro das montanhas.
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A boa vontade da natureza.
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Madeira, energia concentrada.
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Clareou.
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A bondade da fé.

Da ausência.

Ela, ela, ela... sempre ela,  a LUA .
Ela, ela, ela… sempre ela, a LUA .

Algumas coisas me atropelam ultimamente.
Por isso me ausentei: colocar em dia a bagunça interna.
Jogar as tralhas no lixo.
Me desapegar.
Mas eu não me canso de observar gente.
De todas as idades…
Ao atravessar a rua, no almoço do restaurante, nas palavras ao celular.
Outro dia deixei o carro na garagem e fui de ônibus.
Estava com saudades do tempo do colégio,
de ouvir prosa alheia e aprender.
De ver casas e arquiteturas nunca antes percebidas.

Para sentir o contraste da cidade, tem receita.
Cadeira de um transporte coletivo, suor, nada de óculos.
Suaves movimentos com a cabeça e um bloquinho com caneta.