despretensioso

Tenho coração de viajante e espírito de uma família tradicional. Eu pertenço ao mundo. Mas é difícil dispensar um cantinho que seja meu. Prefiro as paredes verdes. Em tempos de cinza, elas são repouso para o olhar. Já tentei descrever no papel a magia de uma boa conversa com os amigos. Descobri que isso não é para ser descrito: é necessário sentir. Viajar é um dos verbos mais fortes que existem. Quebra preconceitos e constrói horizontes. Busco qualidade de vida. Invejo os boêmios e quem samba bem! Um dos exercícios mais divertidos dessa vida é tentar fazer o quadril requebrar. Não é para qualquer um, ainda mais quando se é homem. Vivendo com paixões platônicas, inventando mundos particulares: sou feliz. Prazer é cozinhar. Metódico ao arrumar a mesa para o almoço. Mas sempre despretensioso.

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