Prática de Yoga na Serra da Moeda

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Um pulo em Inhotim – Brumadinho: Primeiro Jardim Botânico particular do Brasil

Pode não parecer, mas foi em 2008. O sol contrasta com a lua. Será o sol que tem ciúme da lua? Por não ver a noite nem o luar?
Sou do ouro. Gosto de pessoas simples. Elas tem sempre um boa história para contar. Isso é, definitivamente, requinte! Quem disse que o conhecimento está na universidade?
C'est un blues.
Cada um tem a referência própria: construída em valores e vivências. Não cabe a mim julgar isso. Ou fazer pré-conceitos sobre.
Por muito tempo me escondi. Neguei minha existência. Mas sempre soube o motivo de estar nesse mundo. E é com parcimônia que vou buscar meus objetivos. Com união, é claro.
Meu processo criativo é assim. Ver uma foto de Inhotim e escrever. Sensação de liberdade...
Aos poucos, coloco em minha vida uma pitada de sutras e mantras. Vitais, eu diria.
eu me inspiro é em pequenos escritores cotidianos em minhas crônicas. e claro. não deixo de lado os leões clarice e drummond.
Eu tenho certeza: o universo conspira ao meu favor.
que padrões de estética do capitalismo são esses? eu gosto é dos enquadramentos tortos, mal-feitos e despretenciosos. Mas com uma forte carga conceitual.
sou um inventador de neologismos, falo por metáforas. gosto filosociologizar ouvindo clube da esquina. é da minha natureza.
a nossa única saída possível é também exercitar nossa sensibilidade.
aos 22 anos, eu tenho uma grande experiência de vida. Para os próximos 22, quero transformar isso para colocar em um livro. Talvez eu tenho a pretensão de ficar eternizado.

No Inhotim, são 4 mil tipos de plantas, algumas em extinção. Um trabalho de 1 ano para catalogar todas essas plantas. Espécies que vieram de todo o lugar do mundo. Vai ser o primeiro jardim botânico particular do Brasil.

Qualificação profissional na área de restauração

No museu de artes e ofícios, 30 estudantes de escolas públicas da Capital e de Nova Lima aprendem técnicas de restauração. Eles participam do projeto Valor Social em parceria com a Usina do Trabalho. E a aula de hoje é sobre a caiação, um tipo de reboco que é tão resistente quanto o cimento.

Uma das tinta que os estudantes preparam é uma técnica que vem da suécia. Ela é usada em madeiras. A preparação é feita de forma rápida. O interessante é que um dos ingredientes é a farinha de trigo. Depois basta colocar um pigmento, água e sulfato de ferro. Apesar de tudo isso, é considerada econômica. Para a caiação, a cal, goma, pó xadrez, areia e água. Mas os ingredientes principais também são a boa vontade e a atenção dos alunos para conquistar o mercado profissional. Aos poucos, eles vão construindo um futuro melhor.

Essa necessidade de formar mão de obra qualificada para a área de restauração é pelo grande Patrimônio Histórico-cultural de Minas. Quem passa pela formação, tem boas chances para conseguir um emprego logo assim que acabar o curso. De acordo com o IEPHA, 60% dos bens do patrimônio cultural do Brasil estão em minas. Daí  a importância de se qualificar em um mercado que cresce cada vez mais.

Doe Palavras

Por dia, são atendidos no Hospital Mário Penna cerca de 400 pacientes. Há 40 anos, o lugar é referência no tratamento do câncer. Uma iniciativa, que é pioneira em minas, chama a atenção:  é o projeto Doe Palavras. Pela internet, qualquer pessoa pode enviar mensagens de carinho e conforto para quem está internado ou veio fazer uma consulta no Hospital. As palavras são transmitidas em monitores.

O projeto começou com o Dia Mundial da Luta Contra o Câncer. A expectativa é que mais monitores sejam instalados no Mário pena, em uma casa de apoio e no Hospital Luxemburgo.

Essa ideia de levar palavras de conforto aos pacientes através da internet não para por aí. As mensagens que chegam até o Hospital Mário Penna serão reunidas e depois transformadas em um livro. O objetivo é levar a publicação impressa para outros hospitais aqui de Minas e também do Brasil.

@doepalavras #doepalavras

WWW.DOEPALAVRAS.COM.BR

Agricultura Urbana em Belo Horizonte

Na horta comunitária do bairro Granja de Freitas em BH tem de tudo um pouco. A cavalinha é uma planta medicinal, usada contra problemas renais. Já o pingo de ouro, quando maior, auxilia na decoração de casas. Mas o grande xodô mesmo são os alimentos que esta terra oferece à comunidade. O Centro de Vivência Agroecológica atende 15 famílias. O que é cultivado no espaço tem mais qualidade e também variedade.

A horta fica próxima à  uma área de preservação ambiental. E com isso, as técnicas utilizadas são ecologicamente corretas. As garrafas pet ganham uma nova função e funcionam como o muro dos canteiros. O que é orgânico, como as cascas de frutas, vai para a compostagem. O espaço é para a agricultura urbana. Cada família que vive na região pode ter de um à dois canteiros.

O que é produzido na agricultura urbana, além de ser consumido pelos moradores, pode ser comercializado. Uma forma de complementar a renda das famílias.

Na capital, as mulheres representam mais da metade dos agricultores urbanos. Elas recebem até dois salários mínimos por mês e tem mais de 45 anos. Um seminário na câmara municipal discutiu no mês de maio a importância da agricultura urbana. O objetivo é buscar soluções para promover políticas nessa área. Se aprovado, um Projeto de Lei da vereadora Neusinha Santos vai instituir uma política de agricultura urbana em Belo Horizonte. A idéia é criar novas formas de trabalho e sustento para as comunidades, além de disponibilizar crédito e capacitação aos produtores.

Medidas mais rígidas contra saidinhas de Banco podem ser tomadas a partir de agosto em BH

A placa em um banco na Savassi mostra que o horário de auto atendimento é até as oito da noite. Uma tentativa de dar mais segurança aos usuários. Em dias considerados de grande movimento nas agências bancárias, a Polícia Militar intensifica as rondas para evitar os assaltos. Mas mesmo assim, cada um tem uma receita para não cair no golpe da saidinha de banco.

Em Belo Horizonte, no último período de seis meses, o dano patrimonial por causa das saidinhas chegou à dois milhões de reais. A projeção para 2010 é um prejuízo de 8 milhões. Isso se não houver nenhuma medida de forma mais severa para tentar diminuir os assaltos. As regiões da capital que mais sofrem com a saidinha de banco são a noroeste e a centro-sul. Um projeto de lei para todo o estado traz uma série de regras que os bancos devem seguir para tentar amenizar esse tipo de crime. A implantação de divisórias nos caixas eletrônicos, além de câmeras na parte externa dos bancos.

Uma reunião em 12 de maio discutiu um levantamento feito pela Polícia sobre esse tipo de crime e o projeto de lei, que é de autoria do deputado Délio Malheiros. O PL ainda propõe telas de proteção nos caixas eletrônicos e quer permitir que as ocorrências das saidinhas sejam feitas também pela internet.