Bate conversa infomal

A casa fica no  bairro Caiçara, região noroeste de Belo Horizonte. Sábado de tempo ameno. Quase se perdeu nas ruas do lugar. ‘Vira aqui’, diz a amiga de faculdade. ‘Acho que é lá’, finaliza. ‘Mas você não sabia onde era o lugar?’, indaga o motorista. Depois de 20 minutos, de um deslocamento da região norte até lá (sábado o trânsito é tranquilo!) encontram a casa. ‘Maaarta’, grita alguém. O portão se abre. É Fernando que atende, ‘sejam bem-vindos!’, exclama.

A casa parece ter arquitetura da década de 1970. É simples, mas rica. Nas paredes, verdadeiras exposições de aristas plásticos. Na mesa de uma sala, queijo, pão e petiscos. A conversa flui. Os assuntos são muitos.

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