Peculiaridades nos espaços públicos de Belo Horizonte

Quinta-feira de chuva, uma mochila nas costas e o passo apressado. Estava sem carro,  deixei o trabalho às 8 da noite. Passando pela praça do Coração Eucarístico parei para tomar um açaí. 300ml, cremoso, com uma espécie de cereal para acompanhar. Para um dia de semana, os bares da região estavam cheios, muita gente provando petiscos, bebendo cerveja e jogando conversa fora. 

Às 20h30 vou em direção ao metrô. Estação Gameleira, garoa fina caindo. Antes, atravesso uma passarela – um tanto quanto escura. Pergunto a atendente, ‘quanto é a passagem?’ Já tinha me esquecido, tenho ido trabalhar todos dias com um pálio 2007. Ela me entrega o ticket, passo na roleta. “Tic, tic” – não sei se essa é a onomatopéia correta para representar o barulhinho da catraca, quando passamos por lá. É peculiar, eu sei. 

O metrô chega, a estação logo fica vazia. São pessoas que querem voltar pra casa depois de um dia cansativo. A porta fecha, sento em um banco azul – que é reservado para idosos, grávidas e portadores de necessidades especiais. Na estação central, entra uma mulher com um bebê no colo. O meu lugar rodou. “Ei, moça, pode sentar aqui”. “Obrigada!”

Na estação Santa Efigênia, entram 4 serelepes mulheres. Conversam sobre tudo: o BBB, a novela da TV, o namorinho do fim de semana. Na estação Santa Tereza, uma mulher com um semblante estranho, incomodado. Nas mãos, balas de chocolate. Ela vestia uma saia azul, uma blusa marrom e o cabelo estava em ‘cachos’. Perguntava, com muita insistência, ‘vai uma bala aí?’ Me perguntou também, eu disse, ‘não, obrigado’. Ela então parou e ficou observando o movimento do metrô. Olhava para muitos – homens e mulheres. Sem se preocupar, começa a fazer uma oração. As 4 serelepes mulheres então começam a rir daquela situação. ‘É doida é?’

Parei na estação Minha Shopping. Quase me perco nas escadas subterrâneas do metrô que me levam a Avenida Cristiano Machado. Tinha que ir no Bairro Ipiranga ainda. O relógio marcava 9 da noite. Estava cansando, mas resolvi andar, pensando em chegar na minha casa. Descansar talvez, ouvir uma música estava certo.

Lembranças da Mostra de Cinema de Tiradentes 2009

Ao chegar na rodoviária de Belo Horizonte, 27 reais para o taxista. Resolvi ir de táxi – muita mochila, sacolas e colchão para dormir. É a primeira vez que acampei em Tiradentes. Sentado em um banco verde, noto que são 13 horas. O ônibus ia sair às 13h30. Descanso um pouco, coloco as malas no chão. Leio Hiroshima – um ‘best-seller’ do Jornalismo literário. 

Já é hora. Vou em direção às escadas que leva a plataforma do ônibus. Paguei 37 reais para ir até São João Del Rei. De lá a Tiradentes é um pulo – outro ônibus, R$ 2,15. Coloco as malas no bagageiro. Minha poltrona é a 26. Peço licença a um senhor, que lê um livro sobre ‘Passe’ – quem é espirita vai entender.

Viagem tranquila, mas bate um friozinho. Continuo lendo e de repente o viaduto das almas. 60 metros de pura adrenalina. Congonhas está perto e decido que não vou descer na única parada da viagem.

Às 17h chego em São João. Às 17:30 chego em Tiradentes. Com toda bagagem vou para a pousada onde comprei um pacote para acampar. Bate o desespero e descubro que não sei ‘colocar de pé’ barracas. Peço ajuda a uns paulistas burgueses, que foram nada simpáticos. Decidi que não queria mais o ‘help’  e ‘armei a barraca’ – na raça.

Enquanto isso, Franciele me liga. ‘Estamos em um bar na praça central’. Resolvo ir. Encontrei todos por lá.

 

Uma cerveja, às 18h, vale?
Uma cerveja, às 18h, vale?

Conversa vai, conversa volta. Ewerton vê Tutti Maravilha atravessando a praça. ‘A tietagem’ fala mais alto. Mas valeu a foto, a primeira com uma celebridade do rádio.

Say 'xiiiissss'
Say 'xiiiissss'

Logo depois, retorno ao camping. Tomo um banho, vou para o cine tenda. Ajudo a equipe da TV (apesar de estar de férias como repórter), peço a Ariane, Assessora de Imprensa da Mostra, para descolar um convite de uma festa ‘restrita’ que acontece para jornalistas e artistas logo após a cerimônia de abertura. Não rolou, não vi mais Ariane e muito menos convite.

Fico para ver o filme ‘Se nada mais der certo’. História de um jornalista decadente que se envolve com pessoas ‘diferentes’. Gostei e queria ter a coragem do jornalista do filme –  ou talvez a vida mais decadente e com enredo e roteiro mais consistente.

Já na manhã de sábado, tomo café de graça (isso não pode ser revelado, rs!?!). Tiradentes é povoada por muitos universitários, gente alternativa, estudiosos, aqueles que gostam de cinema ou até mesmo os micareteiros. É mistura de tudo com tudo, não tem essa por lá não – todo mundo se entende. O chato é que tudo é muito caro – desde a água mineral até o prato de comida. Tem que pechinchar, tem que pesquisar. 

O pessoal da TV vai embora e depois me encontro com Ana. Conversamos sobre o cinema e o jornalismo – é o que estudante de comunicação mais faz nas horas livres. Pausa para ver ‘Filmefobia’: Documentário? Ficção? É melhor você assistir.

A vida de camping é um convite ao pensar. Sem TV, sem conforto, sem horários e muito contato com a terra. Isso parece ser produtivo. Já é domingo e a cidade parece estar bem mais vazia se comparada a mesma época do ano passado.

Na rua, vejo L. Carlos Lacerda, o Bigode. Ele não foi nada simpático com os alguns jornalistas em Ouro Preto. Deve ser o ego. Mas, segundo fontes que tenho, dizem que ele é muito bacana. Mas não perto de câmeras, microfones e repórteres.

Volto a São João. Na rodoviária, o programa Silvio Santos encantava pessoas que assistiam a menina Maísa. Compro a passagem. Chego em Belo Horizonte. Peço um táxi. Chego em casa. Durmo.

E a expectativa já é para a ‘décimaterceiramostra’ em 2010. Pra mim, a mostra de 2009 acabou. Resultado positivo.

 

Vão ralar?
Vão ralar?

Telejornalismo antes do Webjornalismo

Achei esta vinheta no youtube,

Mostrei minha mãe, meu pai… Disseram que “nossa, eu acho que eu lembro desse jornal”. E devem lembrar mesmo: O jornal das Sete estava no ar no começo na década de 1980, quando eles eram adolescentes!

Do youtube ainda acho que,

O Jornal das sete foi criado para atingir dois objetivos que se complementavam: investir mais no jornalismo de serviço e liberar o Jornal Nacional da incumbência de dar conta do noticiário local. 

Antes do seu surgimento, as notícias de cada capital eram apresentadas no início ou no fim do JN. Em determinado ponto do noticiário, sem que o telespectador percebesse, desfazia-se a rede e cada estado entrava com o seu noticiário local. O tempo para desenvolver as matérias, porém, era escasso, o que implicava em um rigor excessivo em relação ao noticiário. A cobertura acabava se restringindo a notícias curtas de 30 segundos sobre problemas de água, esgoto e calçamento. 

– Um novo telejornal, editado por equipes de diferentes estados, permitiu ao jornalismo da TV Globo desenvolver melhor e com mais propriedade o noticiário local. O Jornal Nacional, por sua vez, passou a se dedicar às grandes reportagens e aos assuntos de espectro nacional e internacional.

– O Jornal das sete tinha 15 minutos de duração e ia ao ar diariamente às 18h50. Até ser retirado da programação, em janeiro de 1983, teve como apresentadores Marcos Hummel (Rio), Celso Freitas (São Paulo) e Carlos Campbell (Brasília). Nos demais Estados, o telejornal era apresentado pelos locutores responsáveis pelo noticiário local do Jornal Nacional. 

– Integravam a equipe da editoria Rio, entre outros, Luiz Carlos Cabral (chefe de redação), Cláudio Nogueira, Henrique Lago (chefes de reportagem), Mary Hendi e Teresa Cavalleiro (editoras), Renato Kloss, Glória Maria, Paula Alceu, Pedro Rogério, Leila Cordeiro, Sônia Pompeu, Leny Alves, Ângela Lindenberg, Fernanda Esteves, Mônica Yanakiev, Luis Eduardo Lobo, Samuel Wainer Filho, André Luiz Azevedo, Paulo César Araújo, Caco Barcellos, Sérgio Brandão, Ilze Scamparini, Leilane Neubarth, Paulo César Markun, Bruno Cartier-Bresson, Tarcísio Baltar, Luiz Fernando Melo, Muniz Safatri, Liliane Rodrigues, Cíntia Graber, Maria Cristina Pinheiro, Pedro Bial, Haroldo Machado e Rômulo Casali (repórteres).

Sensacional!


BH espera por você: Circuito Mineiro de Trekking – Janeiro de 2009

Acompanhe abaixo o texto feito para TV (novamente!). A matéria vai ao ar nesta segunda,  19 de janeiro, na PUC TV (Canal 12 NET / 14 OI TV), na TV Horizonte (Canal 19 – TV Aberta / Canal 22 OI TV) e TV Educativa de Sabará, às 18h30. 

Lembro que no fim de janeiro volto com um especial sobre Tiradentes e São João Del Rey. 

ASSUNTO: “BH ESPERA POR VOCÊ”: CIRCUITO MINEIRO DE TREKKING

REPÓRTER: SANDER KELSEN

CINEGRAFISTA: CARLOS COSTA

OFF 1

CONCENTRAÇÃO/ OBSERVAR, CHECAR/ PREOCUPAÇÕES QUE SÃO IMPORTANTES PARA O TREKKING/ ORIENTAÇÃO É FUNDAMENTAL TAMBÉM, ALÉM DE PASSOS E EQUIPAMENTOS//

POVO FALA (MULHER BLUSA ROSA)

“A GENTE RECEBE A PLANILHA E A VAI SEGUINDO ELA/ USAMOS A BÚSSOLA E A GENTE SABE QUANTOS METROS QUE TEMOS QUE ANDAR”

OFF 2

ISSO MESMO/ E TEM QUE ANDAR MUITO/ NO PROJETO “BH ESPERA POR VOCÊ”, GENTE QUE VEIO DE TODO LUGAR PARA PARTICIPAR DO CIRCUITO MINEIRO DE TREKKING/ NA PRAÇA DO PAPA, OPORTUNIDADE PARA FORTALECER E RESSALTAR O TURISMO NA CAPITAL MINEIRA//

SONORA COM TATIANA MATHIAS DE OLIVEIRA – ORGANIZADORA CIRCUITO MINEIRO DE TREKKING

“ESSA É A IDÉIA DA CAMPANHA BH ESPERA POR VOCÊ, QUE TEM MUITA COISA PARA APROVEITAR AQUI NAS FÉRIAS”

SONORA COM IRACEMA RIBEIRO – ORGANIZADORA BH CONVENTION (BH ESPERA POR VOCÊ)

COMPLEMENTA A FALA DE TATIANA SOBRE O BH ESPERA POR VOCÊ

OFF 3

PARA QUEM VEIO COMPETIR, ALONGAMENTO E BOAS EXPECTATIVAS/

POVO FALA (UM MOÇO DA EQUIPE DE CAMISA LARANJA – DTREK –  NA LARGADA)

“PERFEITO, VAMOS TIRAR O PRIMEIRO LUGAR”

PASSAGEM

MANGABEIRAS, BH

A PROVA É FEITA EM EQUIPES DE QUATRO, CINCO OU SEIS PESSOAS E DURA EM MÉDIA QUATRO HORAS/ O OBJETIVO É PERCORRER AS LADEIRAS DE BELO HORIZONTE//

OFF 4

E LÁ VÃO ELES/ PASSOS QUASE SINCRONIZADOS PARA SEISCENTOS ATLETAS/ A CAMINHADA TEM QUE SER REGULAR, TUDO TEM HORÁRIO, TUDO É CRONOMETRADO/ SE CHEGAR ADIANTADO, MENOS DOIS PONTOS/ SE ATRASAR, MENOS UM PONTO/ GANHA QUEM PERDER MENOS PONTOS/ COM A AJUDA DA PAISAGEM, UMA MOTIVAÇÃO A MAIS//

SONORA COM GALENO GONTIJO – ADMINISTRADOR

“É IMPERDÍVEL, BOM DEMAIS FAZER TREKKING, VOCÊ RECARREGA AS BATERIAS E ESSE ANO DE 2009 VAMOS ESTAR FIRME E FORTE, POIS É MUITO BOM”

OFF 5

A EQUIPE DTREK FOI UMA DAS PRIMEIRAS A CHEGAR EM UM DOS PONTOS DE APOIO NO PARQUE DAS MANGABEIRAS/ PAUSA PARA DESCANSAR E RECARREGAR AS ENERGIAS/ APÓS ERROS E ACERTOS, ELES GARANTEM: SÃO OS PRIMEIROS DO CIRCUITO/ NO CÉU, O TEMPO NA BONDOSA BELO HORIZONTE AJUDOU MUITO//

SONORA COM PEDRO FIALHO – ARQUITETO

“É BEM GOSTOSO, TEMPO RAZOAVELMENTE AGRADÁVEL, GOSTOSO, MAS TÁ DANDO PRA SUAR”

OFF 6

APESAR DE FICAREM PERDIDOS, OS INTEGRANTES DA BABILINA TIVERAM O VERDE DAS ÁRVORES COMO ALIADO A SORTE//

SONORA COM WARLEY PENIDO – ANALISTA DE SISTEMAS

“TÁ SENDO TUDO ÓTIMO, TÁ TODO MUNDO CERTINHO”

OFF 7

O PERCURSO CONTINUA/ DENTRO DO PARQUE SÃO QUATRO QUILÔMETROS DE CHÃO E NO TOTAL, ONZE DE CAMINHADA/ QUEM VEIO CONHECER O CIRCUITO E DESFRUTAR DE TODO ESSE CLIMA, DESCOBRIU QUE BH TEM MUITAS E BOAS OPÇÕES PARA AS FÉRIAS//

POVO FALA

SOBRE AS FÉRIAS EM BH

VL

QUEM QUISER CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE O PROJETO “BH ESPERA POR VOCÊ”, PODE ACESSAR O SITE WWW.BHESPERAPORVOCE.COM.BR//  

Férias em Belo Horizonte: Museu dos brinquedos

Ao passar pela porta do Museu dos Brinquedos em Belo Horizonte, um reencontro com o passado. Os brinquedos Lego, tamagushi ou até mesmo uma boneca de 1900 estão a espera de quem passa por lá. Vale para crianças, adultos ou idosos. Coleções de carrinhos, bonecos e a história de Luiza Azevedo Meyer – idealizadora de tudo.

Nascida em São João Del Rey, em 1912, Luiza de Azevedo Meyer reuniu ao longo de sua vida uma coleção de brinquedos, sendo muitas destas peças de seus dez filhos e vinte e dois netos. Sua idéia era transformar seu acervo particular em um lugar especial dedicado a investigar, preservar e difundir o patrimônio cultural da infância. Seu sonho era construir o Museu dos Brinquedos

O endereço é Avenida Afonso Pena, 2564, Funcionários.

Acompanhe o texto para TV:

OFF 1

DIFERENTES ÉPOCAS, CULTURAS E MUITA HISTÓRIA ATRAVÉS DOS BRINQUEDOS/ SÃO TANTOS QUE É ATÉ DIFÍCIL DE ESCOLHER O PREDILETO/

PARA A CRIANÇADA QUE ESTÁ DE FÉRIAS ESCOLARES EM BELO HORIZONTE, O LAZER E A OPORTUNIDADE DE CONHECER ALGO ALÉM DE COMPUTADORES E VIDEO GAMES MODERNOS ESTÁ NO MUSEU DOS BRINQUEDOS/ NA EXPOSIÇÃO DE ALGUNS DELES, JUAN GOSTOU DA VISITA/ PARA ELE, FOI UMA TARDE DE DESCOBERTAS//

SONORA COM JUAN PABLO MEDINA VILLEGAS – 7 ANOS

SOBRE OS BRINQUEDOS QUE ENCONTROU NO MUSEU

OFF 2

 

**TEMOS IMAGENS DE LUIZA AZEVEDO MEYER EM FOTOGRAFIAS QUE ESTÃO EM QUADROS DENTRO DE UMA SALA DO MUSEU/

O MUSEU EXISTIU INFORMALMENTE DE 1986 A 1999 E EM 2006 GANHOU UMA SEDE PRÓPRIA NO BAIRRO FUNCIONÁRIOS/ HOJE O ESPAÇO TRABALHA COM OFICINAS E EXPOSIÇÕES COM O OBJETIVO DE RESSALTAR E RESGATAR A IMPORTÂNCIA DA BRINCADEIRA PARA AS CRIANÇAS/ TUDO ISSO SURGIU DA PAIXÃO DE LUIZA AZEVEDO MEYER/ A IDÉIA ERA TRANSFORMAR O ACERVO DE BRINQUEDOS QUE ELA POSSUÍA EM UM LUGAR ESPECIAL, DEDICADO A PRESERVAR O PATRIMÔNIO CULTURAL DA INFÂNCIA//

SONORA COM MARIA ELIZABETH AZEVEDO – DIRETORA DO MUSEU

EXPLICA MELHOR QUEM FOI LUIZA AZEVEDO MEYER (,MÃE DE MARIA ELIZABETH E FALECIDA EM 2000) // COMO SURGIU O MUSEU

OFF 3

 

**EDITOR DE IMGS: O GRAMOFONE É O BRINQUEDO QUE ESTÁ DENTRO DA SALA DAS FOTOGRAFIAS DE LUIZA AZEVEDO MEYER – ESTÁ DENTRO DE UM VIDRO, UMA CAIXA APARENTE DE MADEIRA E UM PEQUENO DISCO

NAS SALAS, 800 EXEMPLARES DE BRINQUEDOS DE UM ACERVO DE CINCO MIL PEÇAS/ UM DOS MAIS ANTIGOS, O GRAMOFONE DE 1889, REVELA UMA ESPÉCIE DE RADIOLA, QUE AINDA ESTÁ PRESERVADA/ COM A AJUDA DA MONITORA, É POSSÍVEL ATÉ RELEMBRAR DE OBJETOS QUE FORAM PRESENTES DE QUEM FOI CRIANÇA NAS DÉCADAS DE 80 E 90/ COMO EXEMPLO, O LEGO, QUE SE BASEIA EM PARTES E ENCAIXES, PERMITINDO INÚMERAS COMBINAÇÕES//

SONORA COM FABÍOLA FRANCA FERREIRA – MONITORA DO MUSEU

FALA SOBRE A HISTÓRIA DO LEGO

PASSAGEM

FUNCIONÁRIOS, BH

QUER VIAJAR POR AÍ? QUE TAL PEGAR O ÔNIBUS BANDEIRANTE, DE 1970?/ NO MUSEU DOS BRINQUEDOS, UM CONVITE A IMAGINAÇÃO E A CRIATIVIDADE/ SE QUISER, VOCÊ TAMBÉM PODE DESCOBRIR A HISTÓRIA DE DIFERENTES BONECAS/ E PARA SABER DISSO TUDO, NÃO IMPORTA A IDADE//

SONORA COM CARMEN CLEMÊNCIA VILLEGAS – PROFESSORA

FALA SOBRE O QUE RELEMBROU DA INFÂNCIA E QUE APROVOU A VISITA NO MUSEU

OFF 4  

RACHEL FICOU SURPRESA DIANTE TANTAS NOVIDADES/ VIU E APRENDEU DE TUDO UM POUCO/ E QUANDO VOLTAR ÀS AULAS, VAI TER MUITA HISTÓRIA PARA CONTAR AOS AMIGOS//

SONORA COM RACHEL DUMMOND DUARTE – 13 ANOS

SOBRE O QUE ACHOU DO MUSEU

VL

**SITE: WWW.MUSEUDOSBRINQUEDOS.ORG.BR

O MUSEU DOS BRINQUEDOS FUNCIONA DE SEGUNDA A SEXTA, DE 10 DA MANHÃ ÀS 5 DA TARDE/ O INGRESSO CUSTA 6 REAIS/ O ENDEREÇO É AVENIDA AFONSO PENA, 2564, BAIRRO FUNCIONÁRIOS//

 

27º Encontro dos Grupos de Folia de Reis em Contagem

Acompanhe o texto para TV:

ASSUNTO: ENCONTRO DOS GRUPOS DA FOLIA DE REIS EM CONTAGEM

REPÓRTER: SANDER KELSEN

CINEGRAFISTA: CARLOS COSTA

OFF 1

APRESENTAÇÃO QUE LEVA RELIGIOSIDADE E DIVERSÃO/

SOBE SOM – APRESENTAÇÃO DE GRUPOS DA FOLIA DE REIS

O ENCONTRO QUE COMEÇOU PEQUENO, COM A PARTICIPAÇÃO DE TRÊS GRUPOS AINDA NA DÉCADA DE 1980 EM CONTAGEM, CRESCEU/ HOJE É O MAIOR DE MINAS, QUE REÚNE DIFERENTES GRUPOS DA FOLIA DE REIS/ TUDO PARA PRESERVAR UMA TRADIÇÃO CATÓLICA, QUE VEIO DE PORTUGAL/ AQUI, DEMONSTRAÇÃO PARA O PÚBLICO SOBRE O NASCIMENTO DE JESUS// E É FÁCIL SE DEIXAR LEVAR PELA HISTÓRIA//

SONORA COM JOSÉ DARCI JUSTINIANO DE CARVALHO – CRIADOR E ORGANIZADOR DO ENCONTRO

“É UMA COISA QUE TODO MUNDO GOSTA, QUEM TEM FÉ” / “PRESERVAR A TRADIÇÃO, TEM GENTE DE TODO LUGAR. É UM PRAZER QUE O PESSOAL TEM” // OU CONTA A HISTÓRIA DO GRUPO E DA FOLIA DE REIS

OFF 2

OS PERSONAGENS PRINCIPAIS DA FESTA, OS REIS MAGOS BALTAZAR, BELCHIOR E GASPAR, FORAM GUIADOS PELA ESTRELA DE BELÉM ATÉ O MENINO JESUS/ REPRESENTANDO UM DELES, GERALDO FAZ AS COREOGRAFIAS POR UMA BOA CAUSA//

SONORA COM GERALDO FERNANDES DOS SANTOS – APOSENTADO

“DANÇO PARA AJUDAR A CONSTRUIR A IGREJA DE IBIRITÉ, É PRAZER PARA MIM”

OFF 3

A FOLIA DE REIS TEM HOJE TRAÇOS MAIS BRASILEIROS E POPULARES, SE MISTURANDO A OUTROS ELEMENTOS/ NO GRUPO DE ITABIRA QUE VEIO A CONTAGEM PARA UMA APRESENTAÇÃO DE 15 MINUTOS, A DRAMATIZAÇÃO SOBRE ALGUMAS PASSAGENS DA BÍBLIA E UMA MENSAGEM MUITO IMPORTANTE QUE É LEVADA ATRAVÉS DA MÚSICA E DA CULTURA FOLCLÓRICA//

SONORA COM APARECIDA CRUZ – FUNDADORA FOLIA DE REIS DE ITABIRA

“ESTAMOS TRABALHANDO PARA EVANGELIZAR O POVO DE DEUS”

OFF 4

O MAIOR DESAFIO HOJE É CONTINUAR TODA ESSA TRADIÇÃO/ ANDREA FEZ QUESTÃO DE LEVAR AS FILHAS PARA CONHECER MAIS SOBRE A FOLIA DE REIS//

SONORA COM ANDREA PARREIRA – PROFESSORA

FALA SOBRE AS CRIANÇAS PRESENCIAREM O CONTEXTO HISTÓRICO

OFF 5

LAURA GOSTOU DE PASSAR A TARDE APRENDENDO SOBRE A TRADIÇÃO/ E ENCONTROU INSTRUMENTOS QUE AJUDAM A COMPOR A FOLIA DOS REIS//

SONORA COM LAURA PARREIRA – 9 ANOS (FILHA DE ANDREA)

“CAVACO, VIOLÃO”

OFF 6

DE SÃO SEBASTIÃO DE BRUMADINHO E COM O PANDEIRO NA MÃO, EUSTÁQUIO AJUDA A EMBALAR A TRADIÇÃO CATÓLICA//

SONORA COM EUSTÁQUIO OLIVEIRA – PEDREIRO

“RESPEITAMOS A TRADIÇÃO”

IPEAD divulga balanço sobre taxas de juros e preços de 2008 em Belo Horizonte

Belo Horizonte, 6 de Janeiro. Às três horas da tarde, na Rua de Janeiro, sexto andar, o Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contabéis de Minas Gerais. O objetivo? Coletar o balanço IPEAD 2008 sobre o Índice de Preços do Consumidor em Belo Horizonte. 

DADOS COLETADOS

A cesta básica ficou mais cara no último mês de 2008 em relação a dezembro de 2007. Uma variação de 4%;

Muitas pessoas sabem sobre a inflação, mas muitas desconhecem sobre os juros. Empréstimo a financeiras independentes, se não for bem planejado, pode ser perigoso.

Alimentação em 2008:

  • Os produtos industrializados tiveram alta de 9,87%;
  • A alimentação em restaurante ficou 14,68% mais cara;
  • Dentre os  alimentos In Naturra, o tomate teve alta de 98,95%, a batata inglesa ficou 33,48% mais barata.

Não-Alimentares em 2008

  • Artigos para residência 3,17% mais baratos;
  • Energia Elétrica está 17,11% mais barata;
  • Micro-Computador ficou 22,84% mais barato.

Segundo o IPEAD, “mais uma vez o COPOM optou por manter a taxa básica de juros na economia em 13,75%. As taxas de juros praticadas em Belo Horizonte permaneceram extremamente altas”.