Compras para o Natal movimentam a Feira Hippie de Belo Horizonte

O movimento começa cedo. Na Avenida Afonso Pena, os espaços se tornam corredores, que estão sempre cheios aos domingos. Ainda mais se esses “domingos” estão próximos do Natal e do Ano Novo. Diversidade de cores, produtos, pessoas… e por parte das “pessoas” um objetivo parecido: a busca do presente ideal.  Na feira de Arte e Artesanato de Belo Horizonte (ou a conhecida e tradicional Feira Hippie) o que vale também é pesquisar. Entre as barracas, a diferença entre os preços pode siginificar alguns reais a mais no bolso do consumidor. A pechincha deve então entrar em cena. 

O casal Wallace Tompson e Elisa Farias Novaes vieram do Espirito Santo. Na feira, eles descobrem novas possibilidades de compras. “Esperamos um natal cheio de presentes”. Já a advogada Isabella Pimenta não resistiu. “Comprei já sandálias e quero comprar mais coisas”. A expositora Vera Lúcia Ribeiro trabalha há 4 anos na feira, vendendo bolsas com o preço médio de 30 reais. E com a proximidade das festas espera lucrar. “Com o natal a expectativa é que as compras subam ainda mais”.

Mas a Crise Financeira é presente para alguns expositores. Muitos contam que “o movimento ainda está fraco” e “o cliente ainda não está comprando o esperado devido a Crise.”

Feira Hippie em Belo Horizonte: Onde é? Quando é? Quem é?

 

  • O que tem na Feira (Pesquisa realizada pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix em Julho de 2008)

**Em Número de Expositores

Artes Plásticas: 120 // Alimentação: 106 // Bijouteria: 476 // Cintos, Bolsas e Calçados: 486 // Criança: 264 // Decoração e Utilidades: 320 // Mobiliario, Flores e Cestaria: 192 // Roupa Adulta: 448 // Roupa Infantil: 258 // Tapeçaria, Cama, Mesa e Banho: 116 //

Conheça mais sobre a Feira

Me guie até às 6 horas da tarde

“Daqui a pouco isso vai virar formigueiro humano”, disse o motorista. Engatou a primeira marcha. Arrancou em plena rua da Bahia – e novamente o carro quase morreu. “aê, E pra onde vamos agora ô repórter?”, concluiu. 

Ao atravessar a avenida, sempre espero o sinal vermelho. Verde para mim. Vermelho para os carros. Mas na Praça Sete, o tempo para o café ou almoço parece insuficiente. Ele é um senhor. Aparenta ter 70 anos de idade. Já passou por muitos desafios. Tinha mais um naquela quinta-feira de céu nublado. Atravessar a Praça Sete com bengalas e uma bolsa de couro. Uma praça bem diferente dos anos mil novecentos e zero. Quase foi atropelado… foi o formigueiro de veículos.

Em cada esquina pode estar o amor. Seja na Guaicurus, no alto da Afonso Pena ou na Rua da Bahia.

Eu me pergunto de que mundo, de que sonho é você?
Eu tô aqui na rua da Bahia a pensar
De onde é que eu vim? Onde fui parar?
Fome de ser, sede de estar e quem me vem lá
É você pra me alucinar
Eu tomo uma cerveja bem depressa pra disfarçar
Meu corpo é um tremor parece um vulcão
Não sei esconder minha paixão
Não sei domar o coração
Eu tava assim à toa só deixando o tempo passar
Quem é você? Quem somos nós? E quem sou eu?
Seu sorriso me atropelou 
E a sua luz iluminou
Bate o tambor no coração da menina
Na esquina pode estar o amor
É o calor que vem do lado de cima
Quem que pôs o fogo no cobertor?
Será o sol que tem ciúme da lua?
Por não ver a noite nem o luar
Será o som que vive dentro da gente
E aponta o caminho do mar
Que poder que pode, poderá
É a canção que nasce em minha garganta
Eu estando no meu jeito de ser
É a canção e a minha filosofia
Poesia que cresceu em mim
É o amor que bate forte no peito
É a vontade de poder falar
Que seu olhar é meu farol, meu destino
É o encontro, é a lua no mar
Ela me falou que eu sou o tal
E ela é mesmo a flor de Minas
Ah! e que eu estava em sua mira

curtas: Assessores, ética, Pantanal e TV Manchete.

Hoje, mais do que nunca, talvez aprendi que

Assessores de imprensa não praticam jornalismo, ainda que tenham título. Estão apenas compromissados com a empresa que trabalham, não com a opinião pública. Não é possível isenção quando o objetivo é o de divulgar apenas fatos favoráveis à imagem de pessoas e instituições privadas ou públicas ou amenizar os danos provocados por denúncia comprovada. (Manual de Telejornalismo – Heródoto Barbeiro / Paulo Rodolfo de Lima)

Na folha On Line, momento para relembrar sucessos antigos e que permaneceram. A novela Pantanal ganha destaque, mais uma vez. E o jornalismo multimídia com o Jornalismo Impresso  é presente por lá. Cheiro de nostalgia e de relembrar isso: 

E em pensar que meu irmão de 13 anos não sabe o que foi a TV Manchete. O presente de natal dele vai ser um tal de MP9.

Que tal um ‘terreno de lua’

No norte de Minas, a lua é diferente. E se estivermos em Julho por lá, mais ainda. Ela [a lua] brilha (muito mais) e reina sozinha, o céu é limpo – sem nuvens ou estrelas. Daqui [da terra do norte de Minas mesmo] é possível encontrar São Jorge, descobrir novas paisagens e imaginar seres lunáticos. Já nas cidades, a lua é ofuscada pela sujeira de milhões – fumaça, prédios, luzes de outdoors de publicidade. Algumas nuvens na frente e é preciso, talvez, de um binóculo. “Eu me sinto como em uma arquibancanda, lá no fundo e sendo atrapalhado por muitos, quando quero ver a lua da janela lateral do meu quarto”.   

Analogias a parte, garotas e meninas [e só?] insistem em dizer que:

Hoje só quero a luz do luar. Tomo banho de lua, fico branca como a neve. Se o luar é meu amigo, censurar ninguém se atreve. É tão bom sonhar contigo, oh! Luar tão cândido…

A lua desperta o olhar de muitos. De milhões. Isso mesmo… Tem gente que até vende terreno por lá [leia-se: lar doce lar]! O dono da idéia é Dennis Hope. Em 1980, no país do Tio Sam, através de uma espaço [brecha mesmo] na lei, ele registrou o direito de propriedade sobre a Lua e, Marte + Vênus. [Um senhor de negócios!]

E mais de três milhões já tem terreno/espaço por lá! Até Jonh Travolta e Tom Cruise. Tudo isso ao avanço da tecnologia. O aquecimento global tá aí e só os bons poderão se salvar. Os bons com terrenos na lua. Olhando por um lado, o investimento é sinônimo de bom negócio!

MV Bill em Belo Horizonte

A tarde estava nublada, o sol se escondia entre as nuvens. O trânsito na Afonso Pena, – como sempre – estava confuso. O carro de reportagem cheio: um cinegrafista, dois repórteres e um motorista. Fiat Uno, branco, quatro portas. Ao parar em frente a um posto de gasolina, pausa para analisar a estratégia de Marketing utilizada pelo estabelecimento: dois artistas em cima de pernas de pau… o outro malabarista. Ao fundo, pipoca e algodão doce. Boa ‘estratégia’ para atrair os clientes.

 O horário foi marcado para 14h. Chegamos ás 15, mas ainda no prazo. Preparamos o tripé, mas não usamos. Descemos a câmera. Fomos. Auditório do Instituto de Educação de Minas Gerais. Por lá, personalidades: Crianças de escolas da periferia da capital. No palco, MV Bill e Cris do Morro. Foi o Papo Legal, que contou com orquestra e lanche. Mas o importante? Prevenção às drogas, discussão sobre sexo e gravidez na adolescência e lições de vida.

Eu sei tudo de…

‘Para todo encanto’ da maioria dos estudantes de comunicação uma TV e um Rádio. Eles são lendários, participam do cotidiano. Meios frios e quentes – segundo Mcluhan – uni e bidirecionais. 

Mas vejam só o rádio.

No dia a dia, poltronas, uma conversa informal e um trocado: moedas, vouchers e notas. E entre todos esses elementos, taxistas e seus passageiros. Uns, mais sérios. Outros, que gostam da troca de valores. E é, essa regra se aplica ao usuário e ao condutor.  Entre uma viagem e outra, rádio. Alvorada FM, Itatiaia, Band News, CBN e até BH FM. 

É um clima descontraído. Na janela do ‘Tx’, árvores, carros e pessoas vão passando ao som de notícias e músicas.

E na Faculdade, os estudantes produzem programas lúdicos de rádio. Tudo pra treinar a locução e o roteiro. Mas por lá o público é pequeno. O ouvinte, na verdade, chega a 50 pessoas. No rádio, de verdade, chega a números bem maiores que isso!   

Inter-atividade

Dentro da nova estratégia da Globo de usar a internet como ferramenta de convergência e de interatividade, o site da emissora será reformado e ampliado a partir de dezembro.

As principais novidades serão uma sessão, a “Por Dentro da Globo”, que promete trazer informações em tempo real sobre todos os programas, e um serviço de respostas instantâneas aos telespectadores. A home também terá mais vídeos.

A Globo dobrou a equipe que se dedica às páginas de seus programas, de cinco para dez funcionários. Além deles, profissionais do jornalismo, das produções e da assessoria de imprensa estão sendo treinados para abastecerem o site.

Eles passarão a usar o Twitter, ferramenta que permite a publicação de informações curtas por meio de celulares, sem o uso de computadores, o que dá maior agilidade. A idéia da emissora é que o Twitter sirva para notas como essa, hipotética: “Fátima Bernardes acaba de chegar ao estúdio do “JN” com novo corte de cabelo! Veja a foto em http://www.g1.com.br/JN”. Ou “Patrícia Pillar grava a morte de Flora. Assista hoje!”.

Já a Central de Atendimento ao Telespectador, em 2009, terá um banco de respostas prontas. A telespectadora que quer saber qual a marca do vestido de Patrícia Poeta não precisa mais mandar e-mail ou telefonar (até 10 mil fazem isso todos os dias). Bastará escrever essa pergunta numa área do site.

Fonte: Folha Online