Sabe a Miss?

Foi aqui mesmo no Uni-BH, em um desfile de modas ocorrido no Circuito Cultural de 2001, que a então estudante do curso de Publicidade e Propaganda Monique Couri iniciou a sua carreira de modelo. Nesta quinta-feira, 27, a linda modelo sagrou-se Miss Minas Gerais 2008 e, no dia 9 de abril, irá disputar o prêmio Miss Brasil Globo 2008, que acontecerá na cidade de Brasília, no Distrito Federal.

Quando se formou, seguiu a profissão que escolheu na graduação, mas sempre almejou trabalhar como modelo. “Fui amadurecendo e, com o tempo, me convenci que o que eu queria mesmo era ser modelo”, confessa Monique, que ainda completa: “Foi na faculdade que tive a primeira oportunidade de desfilar e sou muito grata por isso”.

A partir dessa classificação, agora a modelo está procurando patrocinadores e parceiros para a etapa final do concurso. A vencedora ganhará uma viagem com acompanhante para a Ucrânia, com tudo pago.

Em Minas Gerais, foram mais de 40 concorrentes e, para a final, concorrerão 14 estados, cada um com a sua candidata. Monique tem 1, 73 de altura, 92 cm de busto, 62 de cintura e 92 de quadril. No currículo, já participou de diversos desfiles, além de comerciais de televisão e anúncios de revista.

 Fonte: http://www.unibh.br/site/noticias/noticias.php?pivotId=5311&categoria=UnibhNoticiasPrincipal

Não, eu não estou nem aqui. Se a moda pegar, as celebridades da PUC irão sentir como as últimas bolachas do pacote.

– Você viu? Estou no PUC Informa On Line, no site da PUC Minas. Tenho um público minímo de 50 mil pessoas! Isso é um máximo, irá promover minha carreira…

 “Just Kidding”

O novo símbolo da Globo

Na internet, busquei mais informações sobre o novo símbolo da globo em 2008. E para minha surpresa, ao jogar no google, acho o seguinte link:
Bizarro…
risos!
Trabalho mesmo será atualizar todos os sites com a “nova comunicação visual” da globo. No fantástico, disseram que o novo símbolo da Globo está a sorrir para o telespectador.
Enquanto isso, novas vinhetas na plim plim.. Acabei de ver agora a vinheta do globo esporte… Bem trabalhada. Bota meses de trabalho para a construção de uma vinheta apenas… Bota After Efects!

Olha o /mérquetim/ aí.

O “namoro” de Natália Guimarães e Leandro, do KLB, divulgado pela assessoria da banda, faz parte de uma estratégia para abafar o envolvimento da miss Brasil com Aécio Neves, governador de Minas Gerais. Natália e Leandro não passam de bons amigos. Segundo amigos do casal, Andrea Falcão, com quem Aécio reatou o casamento, em dezembro do ano passado, teria descoberto que o marido continua se encontrando com Natália. Para preservar a filha Gabriela, de 15 anos, Andrea não comenta o assunto.

Apenas amigos

A assessoria de Aécio esclarece que ele é amigo de Natália e que eles não se encontram há mais de três meses.

Fonte: Folha online

Tempo amigo, seja legal com o Rio São Francisco

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Código-chave: “desktop>sanderkelsen>imagens>01/12/2007″

Em uma pasta em meu computador, encontro algumas imagens. Ou melhor, reencontro imagens. Nelas, a contraposição de flores, mato, pessoas, balsa e um rio. Este rio, descoberto em 1502 por gente civilizada?!?, tem hoje 168 afluentes e é considerado o rio da integração nacional. Você logo matou a charada das informações acima pelo título deste post: “seja legal com o Velho Chico”. Ei, Rio São Francisco… Hoje eu não quero falar sobre sua transposição, dos interesses políticos que inventaram para você. Mas sim, quero falar do que te move: sua gente. Em algum ponto do rio, “bom dia dona Maria, a senhora tá boa?” “oh, meu filho, tô levando. E ocê?” E dona Maria continua lavando sua roupa. Seis e meia da manhã, munícipio de São Francisco, norte de Minas. Desço do ônibus, as pernas tremendo, muita fome. Viagem de Belo Horizonte até o noroeste mineiro, tinha ainda muito caminho pela frente. Era meu primeiro contato com o Velho Chico. Um sorriso no rosto, pausa para a foto. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis… Rossana, tira mais uma da gente? O cenário… Ah, o cenário! O velho Chico, a Igreja da cidade de São Francisco ao fundo, e um moço, com um fio de mato na boca, observando a mim e a meus colegas. “É gente da cidade né? Belo Horizonte? Já estive lá uai… É muito carro e gente por lá”. Chega a balsa, o ônibus em que eu estava embarca nela. Iría atravessar o Velho Chico. Com muito receio, eu, um cara da cidade grande indago: “Mas, essa balsa aguenta um ônibus?” Um barranqueiro, rindo, me diz: “Aguenta até dois, sô!” É a comprovação: O meu saber, o acadêmico que dizem que é superior, se relacionando com o conhecimento local. E aí, qual é o mais importante? Quem disse que o conhecimento acadêmico é superior ao conhecimento popular? A balsa estava indo… ia… foi. A imensidão do chico… uma névoazinha ainda subia do rio. Mais uma foto? Sete horas da manhã, outro lado do velho chico. Dez minutos de travessia. Embarcava no ônibus para ir embora, dava adeus ao Chico, por um momento. Foram os 30 minutos mais intensos de minha vida, sem dúvida. “Tchau povo da cidade”, o moço da balsa disse. Sento em minha poltrona, pego um cobertor. Imediatamente, não sei o por quê, em minha cabeça, vêm aquela música do Pato Fu, aquela, especial para mim… Canto bem baixinho, pensando no velho Chico,

“Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei

Pra você correr macio

Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda eu sei

Pra você correr macio

Como zune um novo sedã

Tempo, tempo, tempo mano velho

Tempo, tempo, tempo mano velho

Vai, vai, vai, vai, vai, vai

Tempo amigo seja legal

Conto contigo pela madrugada

Só me derrube no final”

Talvez é o que chico precise, tempo. E o que o tempo… que o tempo seja legal com ele. Deus abençõe o nosso Velho Chico

Perfil Leda Nagle

Apresentadora do Sem Censura. Do Jornal Hoje ao programa da TV Brasil. Eu gostava de ver Sem Censura, na Tv Brasil, às 4 da tarde. Hoje eu não tenho tempo mais para isso. Mas encontrei o perfil da Leda. Gosto dela.

Eu nasci, cresci e me formei em juiz de fora. Foi lá que eu me apaixonei pela primeira vez, aprendi a dirigir carros, trator e caminhão. Foi lá que vi o homem chegar á lua. Foi lá, também, que aprendi a falar mineiro. Mandioca, mexerica, passeio e sombrinha. Só depois, muito tempo depois, já no Rio de Janeiro (que escolhi para viver) é que descobri o aipim, a tangerina, a calçada e o guarda chuva.

Na verdade, eu sempre pensei em ser jornalista. Nunca sonhei em ser outra coisa. E também nunca me ocorreu morar em outro lugar que não fosse o rio de janeiro. O rio é o lugar porque permite que a gente se descubra. Comigo não foi diferente. Me descobri flamenguista saudável, mangueirense de coração, carioca de fé, capricorniana convicta e orgulhosa mãe do carioca Eduardo.

Sou do tipo organizada, gosto de tudo no lugar certo… Se fico triste recebo uma Maria de frente: limpo móveis, arrumo gavetas e armários… Em silêncio. Aliás, gosto do silêncio também para plantar e replantar flores e temperos. Adoro fazer várias coisas ao mesmo tempo, tipo estar ao telefone e na internet enquanto vejo televisão… Aliás, adoro telefone e, principalmente adoro fazer televisão.

Gosto muito de estúdio de televisão. Gosto daquele clima tenso. Daquela voz ameaçadora que diz:… “trinta segundos”… “vai entrar”…
É neste momento que sinto uma calma franciscana, que adoro aqueles milhares de faxes, emails e telefonemas, aquelas várias pessoas falando ao mesmo tempo, aquela multiplicidade de idéias e sonhos. Tudo acontecendo ao mesmo tempo. Pra dizer a verdade, adoro falar. Aliás, gosto tanto que arranjei um jeito de ganhar a vida falando… Graças a Deus, a São Judas Tadeu e a todos os orixás.

Com certeza. 

Fonte: http://bloglog.globo.com/ledanagle/#