Na segunda-feira, acordou como sempre: De mal-humor, com sono e correndo para não perder a hora.Mas tinha acordado com algo a mais: O determinismo de ser o melhor publicitário do Brasil.
A caminho da “casa do conhecimento” fez planos de como seria o anúncio: Tinha em mente o layout, o objetivo e o briefing.
Às 7 horas, recebeu como resposta de seu entusiamo de publicitário vários enunciados de sentido completo:
“Tédio. Que tédio. O público A-B vai morrer de téééédio. Escuta, eu sou o público A-B. Tá um lixo esse anúncio.”
A ficha tinha caído a partir daquele momento. Restou então tentar o jornalismo e as relações públicas. Se não der certo, ele vai para a medicina ou para o direito. Ou se não, faz um curso técnico em qualquer escola meia boca por aí.