A casa fica no bairro Caiçara, região noroeste de Belo Horizonte. Sábado de tempo ameno. Quase se perdeu nas ruas do lugar. ‘Vira aqui’, diz a amiga de faculdade. ‘Acho que é lá’, finaliza. ‘Mas você não sabia onde era o lugar?’, indaga o motorista. Depois de 20 minutos, de um deslocamento da região norte até lá (sábado o trânsito é tranquilo!) encontram a casa. ‘Maaarta’, grita alguém. O portão se abre. É Fernando que atende, ’sejam bem-vindos!’, exclama.
A casa parece ter arquitetura da década de 1970. É simples, mas rica. Nas paredes, verdadeiras exposições de aristas plásticos. Na mesa de uma sala, queijo, pão e petiscos. A conversa flui. Os assuntos são muitos.
Eu me lembro que, talvez, o auge do programa do Ratinho foi em 1999. Ganhava da Globo (famosa novela Laços de Família). Era no horário das quase nove horas da noite. Minha mãe, meu pai e meu irmão também assitiam Ratinho.
E ele voltou. Segundo o site Abril.com,
Silvio Santos deve estar rindo à toa. Na sua estreia no final da tarde de ontem (4/05), o apresentador Ratinho ficou com o segundo lugar no Ibope – registrando 8 pontos, com picos de 10, o dobro da audiência do canal no mesmo horário. Também na segunda-feira, o “SP Record” registrou 6 pontos, enquanto Datena apresentou 5 – ficando com o quarto lugar.
Mas voltou sem nehuma novidade ou surpresa. Pelo menos na parte que vi. A música de fundo é a mesma. O cenário mudou. Está mais ‘moderno’. Mas os quadros parecem iguais ao do passado. Um retorno a fórmula que deu certo?
No programa desta terça, o caso do menino que se transforma em cachorro. Uma reportagem de Madalena Bonfiglioli tratava sobre o tema. No palco, o conhecido Padre Quevedo discutia com um pastor ’se o caso do tal menino era do capeta ou não’.
Enfim. O programa do Ratinho ficou no ar de 1998 até 2006. E quem não se lembra dos famosos testes de DNA? As brigas? O brega?
“Aprendi a trabalhar cedo, com 10 anos. Em 1999, já dava um duro no supermercado. Arrumar prateleiras, caixa, passar pano de chão, atender clientes. Tudo isso fazia pela manhã. O que ganhava era muito, 20 reais por mês e sonho da família sendo construído. Depois de algum tempo, parei com o trabalho para estudar. Em 2006 entrei para a universidade. Em 2008, virei repórter de TV e voltei a trabalhar pesado”.
Na TV, antes do Jornal Nacional, Carlos Roberto Lupi, Ministro de Estado do Trabalho e Emprego?… (A tarja da TV sumiu quando estava copiando isso, fiquei com preguiça de ir no Google para confirmar o crédito dele.) ”Esse é o Brasil, que tá dando certo. Boa noite e muito obrigado por sua atenção” – Se referindo ao crescimento do emprego? no país e que tudo melhorou?!? (…)
Mas uma homenagem ao trabalhador.
Metade, Oswaldo Montenegro
Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito, a outra metade é silêncio.
Que a música que ouço ao longe seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que amo seja pra sempre amada mesmo que distante
Porque metade de mim é partida, a outra metade é saudade.
Que as palavras que falo não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço, a outra metade é o que calo.
Que a minha vontade de ir embora se transforme na calma e paz que mereço
Que a tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso, a outra metade um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso que me lembro ter dado na infância
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade não sei.
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria pra me fazer aquietar o espírito
E que o seu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo, a outra metade é cansaço.
Que a arte me aponte uma resposta mesmo que ela mesma não saiba
E que ninguém a tente complicar, pois é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia a outra metade é canção.
Que a minha loucura seja perdoada porque metade de mim é amor
Dois interessantes vídeos que encontrei sobre a constituição brasileira, produzidos pela TV Câmara.
Na série CONSTITUINDO, personalidades conhecidas do grande público como atores, cantores, atletas, artistas plásticos, escritores e cientistas lêem um trecho da Constituição brasileira e comentam o conteúdo a partir de um ponto de vista muito particular. Nesta perspectiva, o programa resgata partes da Constituição de 1988 por meio de uma reflexão dos avanços conquistados nas mais diversas áreas. A série é composta por vídeos curtos – com cerca de três minutos de duração – com edição e videografismo arrojados. O programa marca, juntamente com outras produções da TV Câmara, as comemorações dos 20 anos da Constituição Cidadã.
Merecem ser vistos e, com certeza, você deve se arrepiar. Pra fechar Abril. A constituição está ultrapassada?
O cenário é um auditório com paredes brancas e com o piso coberto de carpete dentro da biblioteca da PUC Minas São Gabriel. Depois das sete da noite, energias quase esgotadas se não fosse por uma conversa informal, leve e descontraída. O ar condicionado do tal auditório congelava. “Alguém pode abaixar o ar?” Pergunta uma colega. Perto das sete e dez, o professor pergunta pelos alunos. “Cadê o pessoal?” Preocupado, a maioria das cadeiras não estavam ocupadas. “Mas temos que começar”, alguém completa.
Laudívio Carvalho é um nome complicado de se entender. Mas para quem ouve a Itatiaia todo dia, já está acostumado. Na conversa, o repórter-apresentador multifunções começa falando de sua carreira. “Comecei aos 15 anos em um jornal lá de Montes Claros. Depois fui locutor. Depois me trouxeram pra Itatiaia. Depois me trouxeram para a televisão”. (quer um resumo da vida profissional de Laudívio? Está logo acima!). Ele ainda conta casos – e bota casos nisso – de quando foi trabalhar na TV (lá na década de 1990) e ficou conhecido nacionalmente através do Aqui Agora, aquele telejornal que marcou minha infância. (p.s. = Essa história de Laudívio ficar conhecido nacionalmente eu não compartilho com detalhes não. A explicação é batata! Leia-se: pérolas e situações dos dinossauros do jornalismo. Quando eles contam peculiaridades para um repórter iniciante – como eu – essas (peculiaridades) devem ficar guardadas em um baú, daqueles que você vai abrir só para seus netos e né, olhe lá. Me desculpem os princípios jornalísticos, daqueles que dizem que você deve contar tudo para a sociedade). Laudívio acorda às quatro e trinta da manhã, diariamente. E só pára de trabalhar (faço questão de acentuar o pára. Esse novo acordo ortográfico não gosto não, assim como essas regrinhas do português. Eu faço minha própria gramática e pronto. Jornalistas deveriam ser assim: simplificadores! Lembrando, frase é um enunciado de sentido completo. não importa a ortografia?!?) no finalzinho da tarde, lá pelas sete da noite?!? Mas eu não acreditei não: jornalista que é jornalista não descansa. A experiente voz da rádio (que também trabalha na Bandeirantes, no Minas Urgente) ainda contou diferenças sobre TV e rádio. E, claro, fiz muitas perguntas sobre. “Já fiz estágio em rádio. Hoje trabalho em TV. Mas não tive sabedoria de saber qual é que é desse trem que a gente chama de rádio. Como bom mineiro, ainda me questiono, ‘como uma voz sai de um aparelho que pode ser pequeno ou grande?’ Quando vejo minhas matérias da TV dá um arrepio de pensar: um tantão de gente me assiste”, diz Sander Kelsen. (Trabalho no Jornal 15 minutos, que vai ao ar às 18h30, pela PUC TV e TV Horizonte. Um ‘merchan’, claro, aprendi com Laudívio! Dá dinheiro, dá mídia e zás!)
Uma discussão ali, outra acolá. O tempo acaba e como o repórter da Itatiaia acorda cedo, hora de ir para casa “descansar” – reitero mesmo, sem medo, e jornalista descansa?
Com cabelos pretos, em uma das últimas fileiras do auditório, Fernanda Ribeiro. Ela se levanta, fala com o professor, dá um alô para o Laudívio (já indo, né?). O tempo é curto para a conversa. Mas produtivo foi. Fernanda tem 13 anos de profissão. Formou-se na PUC mesmo e além de apresentar o sensacional “Agenda” da Rede Minas de Televisão é editora da revista do Pátio Savassi, aquele shopping na região sul de BH. A jornalista já passou pela OI FM. Já passou por uma agência de publicidade. Já passou pela TV Globo Minas. Já passou pela 107FM??? (Ela falou rápido, não captei, mas está ai a essência. Eu sei, a apuração falhou aqui). Pois bem. E ela passou, eles passaram, eu passarinho. Falou. É gente fina, opiniões consistentes. Contou causos. Inclusive quando entrevistou uma ‘artista’ celebridade ‘famosa’, que deu uma de estrela de quinta, ao vivo, em um telejornal ‘famoso’ aqui de BH. E para fechar a noite contou um caso engraçadíssimo, daqueles que a gente só vai dizer para nossos netos.
Gostei da apresentadora do “Agenda” – programa que deve dar um trabalho danado para ser feito. Viver de jornalismo cultural hoje requer raça, certo? A noite foi boa. E daqui a alguns anos são meus colegas contando causos do jornalismo nas universidades. Assim espero e que ninguém me decepcione quanto a isso.
MARIANA PARTICIPA DO CONCURSO INTERNACIONAL DE REDAÇÃO DE CARTAS/ ELA FOI SELECIONADA PARA A ETAPA ESTADUAL E CONCORRE COM TEXTOS DE OUTROS ALUNOS/ O TEMA É DESAFIADOR: ESCREVER UMA CARTA A ALGUÉM PARA EXPLICAR COMO CONDIÇÕES DE TRABALHO DECENTES PODEM LEVAR A UMA VIDA MELHOR// “EU PENSEI SOBRE TUDO O QUE ACONTECE NO TRABALHO COM AS PESSOAS E COMO AS PESSOAS DEVEM TER QUALIDADE NO TRABALHO” , CONTA MARIANA CARVALHO VIEIRA.
COM O APOIO DA FAMÍLIA, VIVIANE TAMBÉM ESCREVEU UMA DAS CARTAS SELECIONADAS PELO COLÉGIO QUE ESTUDA/ NA REDAÇÃO, ABORDOU TEMAS RELACIONADOS AO TRABALHO INFANTIL E DA MULHER/
E PARA O CONCURSO, AS EXPECTATIVAS SÃO BOAS//
“ESPERO GANHAR, TENHO UM BOM TEXTO E ESPERO GANHAR”, DIZ VIVIANE KELLY SILVA SÁ/
CADA ESCOLA DEVE ENVIAR ATÉ DUAS REDAÇÕES, QUE SÃO ESCOLHIDAS POR SELEÇÃO INTERNA/ A PROFESSORA CONTA QUE OS ALUNOS ESTÃO ACOSTUMADOS AOS EXERCÍCIOS DE REDAÇÃO/ MAS O TEMA DESTE CONCURSO SUPREENDEU//
“FOI UM TEMA DIFERENTE, MAS PARA ESCREVER AS REDAÇÕES HOUVE INTERDISCIPLINARIEDADE AQUI NO COLÉGIO”, FINALIZA CLÉSIA SÁ, PROFESSORA DE LÍNGUA PORTUGUESA DO COLÉGIO PADRE EUSTÁQUIO.
O CONCURSO ACONTECE EM TRÊS FASES/ QUEM REALIZA É A UNIÃO POSTAL UNIVERSAL, AGÊNCIA DA ONU RESPONSÁVEL PELA COORDENAÇÃO DOS SERVIÇOS POSTAIS NO MUNDO/ NA TRIGÉSIMA OITAVA EDIÇÃO, PODEM PARTICIPAR ESTUDANTES ENTRE 9 E 15 ANOS/
NO BRASIL, O REPRESENTANTE DO CONCURSO SÃO OS CORREIOS/ OS COLÉGIOS DEVEM ENTREGAR AS CARTAS NA AGÊNCIA CENTRAL DE BELO HORIZONTE/ ELAS DEVEM ESTARESCRITAS COM CANETA AZUL OU PRETAE COM O MÍNIMO DE QUINHENTAS E MÁXIMO DE MIL PALAVRAS/ TUDO ISSO POR UMA BOA CAUSA//
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes determinou nesta sexta-feira a libertação imediata da empresária Eliana Tranchesi, proprietária da butique de luxo Daslu. Ela foi presa nessa quinta em São Paulo, após a juíza da 2ª Vara Criminal de Guarulhos, na Grande capital paulista, condená-la a um total de 94 anos de prisão. A prisão está relacionada à Operação Narciso da Polícia Federal (PF), que investiga crime de sonegação fiscal e descaminho, realizada em 2005. (Do portal UAI / Agência Estado).
REPERCUSSÃO NO MSN:
Sander Kelsen diz:
Hola, que tal? bién? preciso saber sua opinião sobre a DASLU. claro, se não estiver muito ocupada… (* é para uma matéria que eu tô fazendo!)
N. diz:
ok, manda ai mano sumidoo
Sander Kelsen diz:
me fala o que você acha da DASLU.
N. diz:
o que é isso ou quem é essa?
moda? Minha amiga desfila pra esse trem ai eu acho.
Sander Kelsen diz:
ótima resposta! posso publicar?
N. diz:
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
NO TWITTER.
Preciso saber sua opinião sobre a DASLU. é pra uma matéria que eu tô fazendo. é capaz de responder em 2 posts de 160 caracteres?
NO PARQUE URSULINA ANDRADE, NO BAIRRO CASTELO, PASSOS QUE ENCONTRAM MUITAS PECULIARIDADES DA NATUREZA/ DOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL DOM ORIONE, OLHARES CURIOSOS AO DESCOBRIR QUE NA CIDADE GRANDE AINDA É POSSÍVEL ENCONTRAR NASCENTES PRESERVADAS/ ATRAVÉS DO CIRCUITO DE PERCEPÇÃO SÓCIO AMBIENTAL TRILHAS DA PAMPULHA, ESTUDANTES E PROFESSORES SE UNEM PARA PENSAR SOBRE O MEIO AMBIENTE// A ATIVIDADE FAZ PARTE DO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA BACIA HIDROGRÁFICA DA PAMPULHA/ UM DOS OBJETIVOS É RESGATAR A HISTÓRIA DO LUGAR E ENTENDER QUE A LAGOA PODE VOLTAR A SER NAVEGÁVEL/ PARA ISSO, A DESPOLUIÇÃO E A AJUDA DAS CRIANÇAS COMO MULTIPLICADORAS DE CONHECIMENTO//
NO ROTEIRO, UMA VISITA A USINA DE RECICLAGEM DE ENTULHO/ IMPORTANTE REFLEXÃO SOBRE AS SOBRAS DE CONSTRUÇÕES DE CASAS E PRÉDIOS QUE PODEM SER REAPROVEITADAS PARA NÃO SUJAR O MEIO AMBIENTE/
RELAÇÃO NATURAL E DE RESPEITO COM O MEIO AMBIENTE/ É ISSO O QUE SE ESPERA DESSES FUTUROS ADULTOS//
ÚLTIMA PARCELA DO IPVA // A SECRETARIA DO ESTADO DA FAZENDA JÁ TINHA FEITO UMA CAMPANHA EM JANEIRO PARA ALERTAR OS MOTORISTAS
NO CRUZAMENTO DAS AVENIDAS BRASIL E AFONSO PENA, BLITZ IPVA IPEDUCATIVA PARA LEMBRAR QUE A TERCEIRA PARCELA DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, O IPVA, DEVE ESTAR EM DIA//
SOBE SOM – AGENTE EXPLICA PARA CONDUTOR SOBRE A CAMPANHA
FOLHETOS TAMBÉM FORAM DISTRIBUÍDOS PARA OS MOTORISTAS/
FAIXAS ALERTAVAM SOBRE A IMPORTÂNCIA DO IPVA//
POVO FALA ‘BREVE’
RAZÃO DE PAGAR O IPVA EM DIA // BENEFÍCIOS
AVALIAR SONORA COM ROSÁLIA PEREIRA – CHEFE DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA BH 2
**ATENÇÃO EDIÇÃO: VOLTO COM A SONORA DA ROSÁLIA LÁ EM BAIXO!!
FALA SOBRE A CAMPANHA
OFF 2
HOJE O PAGAMENTO FOI PARA QUEM TEM A PLACA DO CARRO COM FINAL SETE/ O PARCELAMENTO PARA PAGAR A DÍVIDA SEGUE ATÉ 27 DE MARÇO/ NA BLITZE HOUVE TAMBÉM ESCLARECIMENTOS SOBRE PARA ONDE VAI O DINHEIRO DO IPVA E DE OUTROS IMPOSTOS//
SONORA COM FERNANDO FERNANDES – TÉCNICO FAZENDÁRIO
FALA SOBRE ISSO // A IMPORTÂNCIA
PASSAGEM
FUNCIONÁRIOS, BH
O MOTORISTA DEVE PAGAR O IPVA EM BANCOS CREDENCIADOS/ PARA FACILITAR O ATENDIMENTO, O CONTRIBUINTE DEVE LEVAR O NÚMERO DO RENAVAM E DA PLACA DO VEÍCULO/ OS BANCOS TAMBÉM ESTÃO RECEBENDO A TAXA DE LICENCIAMENTO, QUE VENCE NO DIA 31 DE MARÇO//
OFF 3
SEGUNDO A SECRETARIA DO ESTADO DA FAZENDA, A MULTA PARA QUEM PAGAR FORA DO PRAZO VAI SER DE 0,3% AO DIA/ JÁ QUEM ATRASAR UM MÊS, A TAXA CHEGA A 20% DO VALOR DA PARCELA//
SONORA COM ROSÁLIA PEREIRA – CHEFE DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA BH 2
FALA SOBRE O QUANTO A PESSOA VAI TER QUE PAGAR / EXPLICA OS DADOS NOVAMENTE(SEGUNDA SONORA)
OFF 4
MAS MESMO COM A MULTA, TEVE GENTE QUE ATRASOU O PAGAMENTO//
SONORA COM DAVID MAX- MOTOBOY (COM CAPACETE NA CABEÇA)
Imagine você como estudante de uma escola municipal nas décadas de 1970 e 1960, em Belo Horizonte. Ao chegar no colégio, pausa para a hora cívica. O momento é de cantar o hino nacional, ouvir com muita atenção o que o diretor tem para falar. Em uma fila organizada, ir para a sala de aula sem bagunça ou brincadeiras. No primeiro horário, lições sobre moral e cívica. Na hora do intervalo, o lanche é arroz temperado. Nas aulas de educação física, diversas modalidades de esportes: vôlei, futebol, ginástica ou basquete. Estudar é mais do que uma obrigação. Essa era a rotina de Carmen Helena da Luz e Silva, empresária, 43 anos. “Naquele tempo não tínhamos livros mais elaborados, computadores ou outras facilidade que temos hoje. O quadro negro, o giz de cal. Se não sabíamos direito, éramos reprovados. Apesar das dificuldades, aprendi muito naquela época”, conta. Carmen estudou na Escola Municipal Sebastiana Novaes, no Bairro Tupi, região norte de Belo Horizonte e sabe que a educação pública mudou muito. “O conceito que tenho hoje das escolas não é dos bons. Apesar de toda a tecnologia, não se ensina ética, valores. Não há uma preparação para a vida. E o pior, os alunos se formam muitas vezes sem ler nem escrever. Não há mais a reprovação”, finaliza.
Um sorvete inusitado, às 14h, na rodoviária – antes da viagem, vale?
Leve sua máquina digital, tire uma foto para a eternidade. Conheça destinos, rostos, maneiras diferentes de se vestir, pensar e expressar em situações passageiras. Entre malas, ônibus e gente, na rodoviária de Belo Horizonte quase tudo é possível. “Rodoviária é lugar de passagem. É um friozinho que dá na barriga.. Quando passo na porta, dá vontade de ir para Tiradentes andar de Maria Fumaça até São João Del Rey. É relembrar a espera dos 10 minutos antes de descer as escadas para viajar”
RODOVIÁRIA DE MUITOS CAMINHOS – No centro da cidade das alterosas, um prédio repousa tranquilamente. Para chegar lá, você pode descer a Rua da Bahia, seguir a Avenida Afonso Pena no sentido do Bairro da Lagoinha e, de repente, encontrar a Santos Dummont com Paraná e ver uma grande praça. Caminhando ainda mais, o horizonte revela construções antigas que contrastam com a pobreza-riqueza da capital mineira. Quando chegar, você vai ouvir se der sorte, “mega sena acumulada pra hoje”; ou se o acaso permitir, logo na entrada desse prédio que repousa tranquilamente, alguém vai oferecer a você uma passagem de 10 reais para Sete Lagoas, Itabira ou Lagoa Santa – mas não aceite, a viagem não vai ser tranqüila. Outro atalho é pegar a popular Via Expressa, seguindo o rastro do Rio Arrudas. E já que estamos na modernidade, por que não chegar nesse lugar pelo metrô? No bom ‘mineirês’, “tem uma estação de trem pertim de lá’.
Sander Kelsen é repórter de vídeo, entusiasta do telejornalismo e do jornalismo multimídia. Gosta de notícias, é descendente de italianos/índios/austríacos/portugueses - legítimo brasileiro! e não gosta de praia. Ouve Milton Nascimento, Lô Borges, Marina Machado, Elis Regina e outros cantores. Vive em Belo Horizonte e tem mania de andar pela cidade atrás de histórias.
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.CURTA BIOGRAFIA
"Para não esquecer, brinquei de pega-peixe. Ganhei no aniversário de 4 anos, em 1992. Os corredores do casarão pareciam misteriosos. Tudo foi construído ainda na década de 1970, quando a família trocou de bairro. Naquela época, não havia asfalto, mas uma nascente perto - diversão nas tardes quentes dos domingos. Uma única televisão preta e branca já ditava tendências de programação – novela/jornal/novela/jornal. Uma coleção de moedas antigas, que era sempre guardada no baú da sala, foi o xodó de Antônio da Luz. Maria Agarpe nunca gostou muito do nome, preferia ser chamada de avó Madalena – talvez por ouvir Elis Regina. Em 1990, o conceito de casa era diferente, os almoços eram em mesas de madeira. Havia tempo, guardava-se ainda gordura em latões na geladeira. O feijão tinha outro gosto, assim como o arroz e o macarrão. Tudo ia para a panela penedo, que cozinhava até pedra."
@nanajorna tô te vendo agora na Tv Horizonte, programa sobre Twitter. 2 days ago
PQP!Caso de gripe suína confirmado para um estudante da PUC Minas São Gabriel... Suspeita no Santa Maria do Planalto... tudo na minha 'área' 2 days ago